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Desconforto, vergonha e exclusão social são apenas alguns dos motivos que fazem as pessoas buscarem a técnica de implante dentário.

ImplanteNo Brasil, cerca de 800 mil implantes e 2,4 milhões de componentes de próteses dentárias são colocados, por ano, no país, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria Médica, Odontológica e Hospitalar (Abimo).  Ainda de acordo com a associação, a indústria nacional já atende 90% deste mercado, que vem crescendo e investindo em tecnologia, já exportada para diversos países.

Dados recentes mostram que os implantes movimentam R$ 400 milhões por ano e coloca o Brasil na segunda posição mundial nesse campo, atrás apenas dos Estados Unidos. Entre os Brics (grupo que inclui Rússia, Índia, China e África do Sul), o país está na primeira colocação.

O setor cresce em média 15% ao ano e, segundo estimativas, deve manter o ritmo na próxima década, uma vez que o número de pessoas sem os dentes ainda é elevado no país. A Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, do Ministério da Saúde, mostra que, aos 28 anos de idade, os brasileiros, em média, já perderam cinco dos 32 dentes. Aos 42 anos, a proporção de falhas chega a 35% e, entre a população de 50 anos, pode superar 50%.

O bom desempenho da indústria brasileira coloca no mercado produtos de qualidade e de custo reduzido, tornando o tratamento acessível. O aumento na demanda pela reabilitação oral com implantes também se dá pelo crescimento de especialistas habilitados para realizar o procedimento. Entre 2004 e 2008, o número de novos implantodontistas, por ano, cresceu cerca de 260%. No início deste período, 287 novos especialistas foram registrados. Já no ano passado, o número pulou para 748, de acordo com dados do CFO.

Tecnologia – o tratamento pode ser realizado em adultos, em jovens após o crescimento ósseo – depois da adolescência, até idades avançadas. É preciso um estudo específico do paciente, com exames da cavidade bucal (radiografias, modelos articulados, tomografias) e da saúde geral, exames laboratoriais e risco cirúrgico, quando necessário. As técnicas mais atuais permitem, em certos casos, instalar implantes quase sem cortes, com pós-operatório mais confortável e ainda novos tipos que diminuem drasticamente o tempo de espera para a colocação das próteses definitivas. Entretanto existem contraindicações para implantes osseointegráveis em pacientes com doenças de alto risco no coração; de ordem temporária, como adolescentes antes do término do crescimento ósseo; usuários de medicamentos, como alendronato/bifosfonados (que atua na capacidade de aumento da densidade mineral óssea); e diabéticos e hipertensos, que podem aderir aos implantes, após o controle.

Mas lembre-se, a PREVENÇÃO é o melhor caminho. É preciso que a população se conscientize, por meio de práticas educativas, a respeito dos benefícios da prevenção de doenças bucais.

Comunicação do CFO